PODCAST

Bom dia, Obvious

obvious agency

Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa da Obvious, recebe convidadas para conversas abertas sobre assuntos atuais do universo feminino: saúde mental, autocuidado, carreira, autoestima, novas curas, relacionamentos e outros. Bom Dia, Obvious, o que você vai fazer pela sua felicidade hoje?
#123/ ppkcare é o novo skincare? Com Marina Ratton#122/ vai tratar ficante como ficante sim, com Carol Tilkian
Há uma semana
47 min
#121/ cansada sim, endividada também, com Amanda Dias
Poucas coisas dão mais ansiedade do que a pauta dinheiro. Aliás, me permito arriscar dizendo que quase nada tira o sono como o medo de não ter como pagar seus boletos no próximo mês e, se você já confabulou as 4h da manhã sobre como pagar suas dívidas, sabe que não existe paz interior maior estar com as contas em dia. Entre guerras por se café da manhã é cafona ou se devemos queimar as calças skinny, a geração Z e os Millennials fingem não perceber o que temos mais em comum: as contas atrasadas. De acordo com um estudo da Associação Nacional dos Bureaus de Crédito (ANBC), pelo menos quatro em cada 10 jovens até 37 anos estão endividados. A mesma pesquisa aponta que 32% da Geração Z acumula um débito médio de mais de mil reais. Já os Millennials, devem mais que o dobro: acima de três mil reais. Não dá pra lidar com as dívidas como se fosse alguém que você não está mais a fim - neste ghosting, quem paga o preço mais caro somos nós mesmas. Então não foge, fica aqui com a gente que hoje vamos investigar juntas como não cair no limbo dos gastos invisíveis, como ter uma relação saudável com cartão de crédito e como sair do status endividada para começar a investir já que, spoiler, a nossa geração tem poucas chances de ter uma aposentadoria digna. Bom Dia, Obvious! Hoje, Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa na Obvious, conversa com a jornalista especialista em economia do canal Grana Preta e apresentadora do podcast Fale, Emancipade: Amanda Dias.
22-11-2021
40 min
#120/ os memes vão salvar a internet? Com Victoria Chioccarello
15-11-2021
38 min
#119/ quando a zona de conforto fica desconfortável, com Stephanie Noelle#118/ a valsa da pressão estética, Com Maristela Mattos
01-11-2021
48 min
#117/ e se eu não for monogâmica? com Mayumi Sato
25-10-2021
50 min
#116/ fracassando com gosto, com Silvio Rodrigues#115/ encontrando uma atividade para amar, com Juliana Costa Pereira e Olivia Amsler#114/ tá todo mundo exausto, com Patrick Hanser e Andrea Giusti
Para o coreano Byung-chul Han, excesso de positividade e produtividade são causas para o cansaço geral da população. Em seu livro A Sociedade do Cansaço, ele explora como nesse cenário estamos sempre fadadas a estar em falta. Se não for com a família, com o trabalho. Se não for com projetos pessoais, com os relacionamentos. Na tentativa de equilibrar esses pratos enquanto caímos nas falácias de produtividade tóxica, transformamos as 24h no dia em momentos possíveis de monetização, nos proibindo de tempos que poderiam ser considerados como inúteis. O caminho do trabalho precisa ser para aprender algo novo, o almoço precisa ser junto a responder emails e, para aqueles que caíram na violência da crença de "trabalhe enquanto eles dormem", até as necessidades básicas entraram em jogo. Mas no final do dia, estamos otimizando o tempo para o que? O que fazemos com o tempo que sobra? Sobra algum tempo? O ócio, o tédio, a solidão e a contemplação se tornaram crimes. O descanso, que deveria ser direito, uma recompensa. Será que realmente não dá tempo de fazer tudo ou esse "tudo" que você quer cumprir apenas não cabe nas horas disponíveis em um dia? Talvez o problema não seja a falta de tempo, e sim, a dinâmica de autoexploração e performance. Você também está exausta? Acho que todo mundo está exausto. Bom Dia, Obvious! Hoje, Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa na Obvious, conversa com a equipe do documentário A Sociedade do Cansaço: o diretor Patrick Hanser e a produtora Andrea Giusti.
04-10-2021
42 min
#113/ burnout empático: o que é meu e o que é do outro? Com Carolina Nalon#112/ saudável online, doente offline? com Jojoca
Afirmar que a nossa saúde mental está sendo diretamente prejudicada pela relação com as redes chega a ser tão óbvio e batido que como bons brasileiros que somos já transformamos em meme. Fora dos stories ninguém está tão bem mesmo, mas não é sobre isso. Pelo menos não apenas sobre isso que vamos debater hoje. Quando falamos sobre vida ativa, saudável, fitness, como você preferir chamar, existe um enorme abismo entre o que é apresentado nas redes versus aquilo que verdadeiramente importa fora delas. E antes que pareça aqui uma revolta pessoal com as influenciadoras fitness, apesar de que poderia também ser, te trago dados da Universidade de Glasgow. Após analisar perfis com foco em dieta e condicionamento físico populares no Reino Unido, concluiu-se que oito em cada nove deles dão maus conselhos a seus seguidores. Os critérios de avaliação eram se as informações passadas por cada um deles eram transparentes, confiáveis, nutricionalmente sólidas e se possuíam referências baseadas em evidências. Fake news low carb, poderíamos dizer. Mas a consequência disso não tem nada de "low": entramos em um efeito paradoxal em que apesar de vivermos a ilusão de termos muitas escolhas, a corrida pela relevância e um algoritmo que aparenta ter uma agenda própri nos deixam com poucas opções viáveis do que acreditar. Entre jejuns de comida, detox das telas e publi shows, quem está verdadeiramente bem nos stories e fora deles? Bom Dia, Obvious! Hoje, @marcelaceribelli, CEO e diretora criativa na Obvious, conversa com a criadora de conteúdo @jojoca ❤ Link para o podcast: Prazer, Renata
20-09-2021
43 min
#111/ o vazio de um ghosting, com Natalia Timerman#110/ amor ou dependência emocional, com Dandara Pagu
Se a simples ideia de uma vida sem o outro faz parar o coração e sente que todas suas necessidades emocionais dependem dos esforços desse par, estamos encarando sintomas de dependência emocional. Há quem diga inclusive que o maior problema dos relacionamentos é que não podemos ser vulneráveis e realmente nós mesmas até que esse medo de perder o outro tenha desaparecido. Claro, a ideia de um término pode sim vir acompanhada de tristeza, mas o que estamos falando aqui é a visão de que se o outro deixar de existir, a sua vida deixará de fazer sentido. A dependência emocional é também um prato cheio para cair em chantagens emocionais que podem nos fazer acreditar que nunca mais seremos amadas. O fantasma da solidão assombra tanto que podemos até esquecer que existia uma vida antes daquela relação. Como disse a gigante Nina Simone, "você tem de aprender a sair da mesa quando o amor já não está sendo servido". Mas como perceber que o amor migrou de um lugar saudável para um formato de dependência? O medo do abandono é um dos grandes fatores aqui? Como se libertar e, uma vez liberta, como tomar coragem e ter esperança para ter uma nova relação saudável? Aprender a encontrar forças para nos mantermos em pé sozinhas, bem como a plenitude dentro de nós, independente de uma outra pessoa, é um dos atos mais importantes e corajosos que podemos fazer por nós mesmas. Talvez o grande passo que devemos dar aqui seja nos tornarmos a pessoa que desejamos que o outro seja para nós. Bom Dia, Obvious, eu sou Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa na Obvious, e hoje converso com a comunicadora Dandara Pagu.
06-09-2021
42 min
#109/ masturbação: o último tabú? com Lasciva Lua
30-08-2021
33 min
#108/ o que a procrastinação diz sobre a sua insegurança, com Catharine Rosas#107/ Por que as dietas não funcionam, com Sophie Deram
Dieta, no significado original da palavra, tem origem do grego "díaite", que significa "modo de vida". Mas ao longo dos anos o que deveria ser um estilo de vida, virou sinônimo de restrição e para muitas também de frustração. Primeiro porque não raras vezes o desejo de mudar algo no corpo é o início de uma longa batalha contra ele e de quedas nas armadilhas pesadas da cultura da dieta. Segundo porque, apesar de promover resultados a curto prazo, está comprovado que 95% das pessoas voltam ao peso anterior ou superior em um período de até cinco anos e, para piorar, mesmo entre aqueles que foram bem-sucedidos porque não recuperaram o peso, muitos desenvolvem transtorno alimentar. O terrorismo nutricional e a obsessão com a magreza esconde que o equilíbrio do corpo vai muito além de calorias ou IMC. É sobre fazer as pazes com a comida, com o corpo e não permitir que a vida gire em torno do que vamos comer. Dividindo a provocação que a minha convidada traz no livro, "Os 7 Pilares da Saúde Alimentar", quem você acha que tem a saúde em equilíbrio: uma pessoa com diabetes controlada que sai com os amigos, convive em família, namora, trabalha ou aquela que não tem nenhuma patologia mas deixa de viver momentos importantes como aniversários, jantares, porque está obcecada por "comer saudável"? Mas se mesmo consciente de tudo isso, você deseja estar mais magra, existe um caminho realmente saudável? Bom Dia, Obvious. Hoje, Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa na Obvious, recebe Dr Sophie Deram, nutricionista e autora do best seller "O Peso das Dietas".
16-08-2021
51 min
#106/ virei adulta? com Yedda Affini#105/ o ódio às mulheres de sucesso, com Clara Fagundes
Se o português do Brasil é ouro em criar gírias e memes, o inglês é prata na criação de termos que resumem aquilo que precisamos de várias palavras para explicar. Trainwreck, termo que vem sendo utilizado para definir mulheres como Whitney Houston, Amy Winehouse e até Britney Spears, é um desses. Por definição, trainwreck é o trem que sai dos trilhos, causando um desastre que exerce um fascínio peculiar para os observadores. Nessa analogia, é sobre as mulheres que saíram dos trilhos que a sociedade impôs a elas e o desastre é a punição pública por isso, deixando claro qual jogo estamos jogando e quais são as regras. Anitta, te colocamos nos trilhos de gostosa, como ousa ser inteligente? Juliette, te colocamos nos trilhos de vítima, como ousa ser uma cantora de sucesso? Se observarmos algumas das mulheres consideradas mais complicadas e consequentemente mais injustiçadas da história, veremos que elas foram consideradas pouco merecedoras, muito ofensivas, muito sexuais, muito emocionais, muito metidas ou simplesmente malucas. Vivemos em uma sociedade em que não odiamos ‘mulheres de sucesso’. Odiamos mulheres, ponto final - só que, quanto mais visível uma mulher se torna, mais atraente ela se torna como um potencial alvo de agressão. Por isso não são só esses nomes gigantes que passam por isso: são todas aquelas que atingem algum nível de visibilidade no seu campo de atuação. Então, uma vez ciente disso, como manter saudável a balança da autocrítica versus "não me importo com o que os outros pensam"? Como separar opiniões externas de discurso de ódio para que o segundo não destrua a nossa espontaneidade? Posso abraçar a Luísa Sonza? Bom Dia, Obvious! Hoje, Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa na Obvious, conversa com a futurologista, criadora e comunicóloga Clara Fagundes.
02-08-2021
46 min
#104/ Liberdade que vem da minha voz, com Alice Wegmann

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