PODCAST

PUC Play PUC Minas

PUC Minas

Trazer discussões aprofundadas sobre temas relevantes relacionados à atualidade, como inovação, tecnologia, carreira, empreendedorismo, políticas ambientais, entre outros, além de divulgar a produção do conhecimento gerado na Universidade. PUC Play PUC Minas, sua conexão com o conhecimento.

Comece aqui
"A vida é a cidade — ou melhor — o direito à cidade"
Há 6 dias
"A vida é a cidade — ou melhor — o direito à cidade"
A frase que dá nome a este episódio é do arquiteto chileno Alejandro Aravena, e ela reflete o papel fundamental que a moradia tem na vida das pessoas e representa bem o tema que tratamos neste episódio. A localização da moradia tem impacto direto na qualidade de vida e nas oportunidades de desenvolvimento como educação e emprego. Nas últimas quatro décadas, a Região Metropolitana de Belo Horizonte tem vivido um processo de metropolização com a expulsão da parte menos favorecida financeiramente da população para as periferias. Trata-se de um mecanismo de exclusão socioespacial. E o projeto de extensão Prosa, do Curso de Arquitetura e Urbanismo, trabalha com os autoprodutores, que são pessoas que se organizam para planejar e construir seu próprio espaço, com o objetivo de resistir, pela ação, à exclusão territorial. Vem com a gente nessa conversa com a professora Viviane Zerlotini, coordenadora do Prosa. Glossário deste episódio Brasis: O território brasileiro: terras brasis. Centralidade urbana: espaços multifuncionais e autossuficientes que estão localizados em diferentes pontos da cidade e que buscam equilibrar a distribuição de equipamentos, emprego, moradia e reduzir custos de deslocamento. Fundiário: relativo a terrenos; agrário. Croquis: costuma se caracterizar como um desenho ou um esboço qualquer. Autoprodutores do espaço é são pessoas que moram em locais onde a cidade ainda não chegou, onde o mercado imobiliário ainda não atua. Eles se organizam para prover aquele lugar de vias de acesso, de energia e dos equipamentos para tornar a moradia nestes locais viável. --- Send in a voice message:
"A vida é a cidade — ou melhor — o direito à cidade"
Há 6 dias
"A vida é a cidade — ou melhor — o direito à cidade"
A frase que dá nome a este episódio é do arquiteto chileno Alejandro Aravena, e ela reflete o papel fundamental que a moradia tem na vida das pessoas e representa bem o tema que tratamos neste episódio. A localização da moradia tem impacto direto na qualidade de vida e nas oportunidades de desenvolvimento como educação e emprego. Nas últimas quatro décadas, a Região Metropolitana de Belo Horizonte tem vivido um processo de metropolização com a expulsão da parte menos favorecida financeiramente da população para as periferias. Trata-se de um mecanismo de exclusão socioespacial. E o projeto de extensão Prosa, do Curso de Arquitetura e Urbanismo, trabalha com os autoprodutores, que são pessoas que se organizam para planejar e construir seu próprio espaço, com o objetivo de resistir, pela ação, à exclusão territorial. Vem com a gente nessa conversa com a professora Viviane Zerlotini, coordenadora do Prosa. Glossário deste episódio Brasis: O território brasileiro: terras brasis. Centralidade urbana: espaços multifuncionais e autossuficientes que estão localizados em diferentes pontos da cidade e que buscam equilibrar a distribuição de equipamentos, emprego, moradia e reduzir custos de deslocamento. Fundiário: relativo a terrenos; agrário. Croquis: costuma se caracterizar como um desenho ou um esboço qualquer. Autoprodutores do espaço é são pessoas que moram em locais onde a cidade ainda não chegou, onde o mercado imobiliário ainda não atua. Eles se organizam para prover aquele lugar de vias de acesso, de energia e dos equipamentos para tornar a moradia nestes locais viável. --- Send in a voice message:
Pacto Educativo Global: por uma educação transformadora
09-06-2022
Pacto Educativo Global: por uma educação transformadora
Vencer o desafio de um pacto social que priorize a educação para a formação das novas gerações de crianças e de jovens para um outro mundo. Este é propósito do Pacto Educativo Global, chamado de 2019 do Papa Francisco a sociedade mundial que tem como fundamento a abertura ao outro e propõe uma aliança educativa que torne possível a união de forças para a valorização da unicidade de cada pessoa e da diversidade.  Este é o tema deste episódio com a participação da professora Carla Ferretti, diretora do Instituto de Ciências Humanas e coordenadora do Grupo de Reflexão e Trabalho para o Pacto Global do Anima PUC Minas. Em seu chamado o Papa Francisco menciona o mundo em rápida transformação, acelerado pelas tecnologias e em emergência ambiental. Cabe a nós cuidar da Casa Comum, nosso planeta, e garantir a sobrevivência com qualidade e dignidade para as gerações futuras. Este episódio faz parte da temporada 3 do PUC Play que mostra as iniciativas da Universidade para que o Brasil alcance os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODSs) da Agenda 2030. O tema deste episódio está diretamente relacionado ao Objetivo 4 do Desenvolvimento Sustentável. Mas indiretamente podemos dizer que se relaciona e se aplica a todos os outros objetivos, já que a Educação é a origem e a força propulsora para a concretização dos outros objetivos. #pactoeducativoglobal #educacaotransformadora #papafrancisco #casacomum --- Send in a voice message:
Migração: o papel da Universidade no acolhimento a refugiados e imigrantes
26-05-2022
Migração: o papel da Universidade no acolhimento a refugiados e imigrantes
Conflitos políticos e crises econômicas têm forçado a movimentação de migrantes pelo mundo. E como fica o Brasil neste cenário? O país tem recebido, desde 2010, cada vez mais estrangeiros em busca de um lar. Estima-se que 1,3 milhão de imigrantes residam no Brasil atualmente. O recente drama dos refugiados ucranianos acolhidos no Brasil jogou holofotes sobre a questão. Além disso, o número de brasileiros no exterior mais do que duplicou em dez anos. Neste episódio do PUC Play Podcast o entrevistado é o professor Duval Fernandes, coordenador do Gedepe, grupo de estudos sobre o tema do Programa de Pós-graduação em Geografia. O professor Duval fala sobre os projetos desenvolvidos pelo Gedepe, o envolvimento do grupo na construção e consolidação de políticas voltadas aos migrantes e as diversas parcerias externas e internas, entre elas com os cursos de Serviço Social e Letras e com a Cátedra Sérgio Vieira de Melo, um programa do alto comissariado da ONU para refugiados. Este episódio faz parte da temporada 3 do PUC Play que mostra as iniciativas da Universidade para que o Brasil alcance os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODSs) da Agenda 2030. O trabalho desenvolvido pelo Gedepe está diretamente relacionado ao ODS 10, ao empoderar e promover a inclusão social, econômica e política de forma igualitária de migrantes. O PUC Play é o podcast quinzenal da PUC Minas, produzido pela Assessoria de Imprensa da Secretaria de Comunicação. O roteiro, produção e locução são de Michelle Stammet. O PUC Play vai ao ar às quintas-feiras e é produzido em parceria com o Laboratório de Áudio da Faculdade de Comunicação e Artes, responsável pela gravação, sonorização e edição. Links deste episódio: Projeto Ler - Programa de Pós-graduação em Letras Comitrate - Sedese Cátedra Sérgio Vieira de Melo Encíclica Fratelli Tutti I Congresso Internacional sobre Migração e Diáspora Acadêmica Brasileira --- Send in a voice message:
Dossiê contra o Negacionismo - A importância do conhecimento científico
12-05-2022
Dossiê contra o Negacionismo - A importância do conhecimento científico
Este episódio especial convida você, ouvinte, a refletir conosco sobre o negacionismo sob o olhar da Comunicação e como os negacionistas se apropriam de fake news para difundir sua ideologia. A jornalista Michelle Stammet conversa com o professor Mozahir Salomão Bruck, um dos organizadores do E-book Dossiê contra o Negacionismo - A importância do conhecimento científico e secretário de Comunicação. Durante a conversa, Mozahir analisa a natureza do negacionismo, que aposta na desinformação, na implosão da razão e da vida inteligente. Além disso, Mozahir comenta como os criadores das fake news se apropriam de características do jornalismo profissional para que as falsas notícias sejam recebidas como informações reais e das fragilidades da distribuição social do conhecimento. O professor Mozahir Salomão Bruck é pesquisador do Programa de Pós-graduação em Comunicação Social e professor no Curso de Jornalismo. É pesquisador do CNPq e possui pós-doutorado pela Universidade Fernando Pessoa (em Porto, Portugal), doutorado em Literaturas de Língua Portuguesa e Mestrado em Comunicação. Publicou várias obras sobre o radiojornalismo. É estudioso dos aspectos sociais do Jornalismo, das linguagens do radiojornalismo, entre outros temas correlatos. A temporada 3 do PUC Play é constituída por episódios costurados em torno de uma temática: os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODSs), que compõem a Agenda 2030, aprovada pelas Nações Unidas em 2015. Ao longo dos episódios, estamos apresentando como a Universidade desempenha um papel fundamental, através de projetos e ações, para a concretização destes objetivos. Este episódio do PUC Play foge à temática dos ODSs para refletir sobre um tema de grande relevância na atualidade. O E-book Dossiê contra o Negacionismo - A importância do conhecimento científico está disponível gratuitamente no site da Editora PUC Minas, da Amazon, Apple, Google Play livros, Kobo. Conceitos que você ouvirá durante este episódio: Pós-verdade: A Oxford Dictionaries, da Universidade de Oxford, responsável pelo dicionário de mesmo nome, elegeu o termo “pós-verdade” como a palavra do ano em 2016. Segundo a publicação, pós-verdade se relaciona ou aponta circunstâncias em que os fatos têm menos influência na formação da opinião pública do que os apelos à emoção e às crenças pessoais. (Fonte: dissertação do Programa de Pós-graduação em Comunicação Social: Notícia falsa, impacto real: um estudo sobre reações da imprensa à circulação de fake news na web – autora Lídia Maria de Lima e Silva (Silva, Lídia Maria de Lima e) Infodemia: Denominação dada ao volume excessivo de informações, muitas delas imprecisas ou falsas (desinformação), sobre determinado assunto (como a pandemia, por exemplo), que se multiplicam e se propagam de forma rápida e incontrolável, o que dificulta o acesso a orientações e fontes confiáveis, causando confusão, desorientação e inúmeros prejuízos à vida das pessoas. (Fonte: Academia Brasileira de Letras/Novas palavras) Fact-checking: o fact-checking é uma checagem de fatos, isto é, um confrontamento de histórias com dados, pesquisas e registros. É uma forma de qualificar o debate público por meio da apuração jornalística. De checar qual é o grau de verdade das informações. (Fonte: Agência de Jornalismo Investigativo Pública) Acesse as principais ferramentas de fact-checking brasileiras --- Send in a voice message:
Veículos elétricos: quando eles serão maioria nas ruas brasileiras?
07-04-2022
Veículos elétricos: quando eles serão maioria nas ruas brasileiras?
São muitas as razões pelas quais podemos e devemos pensar em mobilidade urbana. O preço elevado da gasolina e do etanol tem feito muita gente pensar na forma como se locomove mas a inflação dos combustíveis é apenas um dos fatores. A preocupação com os impactos negativos no meio ambiente causadas pelos combustíveis fósseis tem levado cada vez mais brasileiros a investir em carros elétricos. Dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) apontam para um crescimento de 257% nos emplacamentos de veículos elétricos em comparação a 2020. Foram 2.860 veículos elétricos vendidos durante todo o ano. Seguindo a tendência, são mais de mil eletropostos públicos (parques, ruas e praças) e semipúblicos (shoppings, supermercados) para recarga de veículos elétricos. Até o final de 2022, de acordo com a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), os eletropostos devem chegar a 3 mil. O PUC Play conversa hoje com os professores do Curso de Engenharia Elétrica do Campus Poços de Caldas Fabiano Costa Teixeira, coordenador de Projeto e Desenvolvimento do Poços + Inteligente, e Celso Iwata Frison, coordenador do Curso de Engenharia Elétrica. Eles estão à frente, no Campus Poços de Caldas, do projeto pioneiro Poços+ Inteligente, que tem viabilizado soluções tecnológicas e pesquisas em mobilidade elétrica, com aplicações imediatas no dia a dia da população. O projeto Poços+ Inteligente conta atualmente com três pontos de recarga, um deles dentro do Campus da PUC Minas, mantido por energia gerada por usina fotovoltaica. Toda a energia utilizada nos procedimentos de recarga dos veículos é gerada de forma autossustentável, energia limpa. Esse episódio faz parte da temporada especial sobre o Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. O projeto Poços+ Inteligente contempla diretamente o ODS 7 - Energia Limpa e Acessível e o ODS 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis. Leia mais sobre o projeto na Revista PUC Minas. --- Send in a voice message:
Muito mais do que lixo
24-03-2022
Muito mais do que lixo
Em 2021 a COP 26, a maior e mais importante conferência mundial sobre o clima, preencheu grande parte dos noticiários e discussões. A mudança climática passou a ser entendida como uma emergência global. Apesar de parecer que importantes decisões sobre o clima e sustentabilidade sejam responsabilidade apenas dos grandes líderes mundiais, a realidade é que a ação individual também pode fazer a diferença para o planeta. E uma destas medidas é a reciclagem de resíduos gerados pela população. Dados divulgados pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, a Abrelpe, demonstram que a quantidade de lixo produzido no Brasil bate recordes anuais sucessivamente. Dados da Abrelpe de 2018/2019, mostram que a geração total de resíduos sólidos urbanos, no Brasil, foi de 79 milhões de toneladas, totalizando cerca de 540 mil toneladas por dia. Neste contexto, temos uma categoria de trabalhadores de protagonismo nesta realidade, que são os catadores de recicláveis. Eles são os responsáveis por tornarem a reciclagem possível e lucrativa além de colocaram o Brasil numa posição avançada na reciclagem de latinhas de alumínio e de garrafas PET em uma comparação com outros países. O episódio de hoje é sobre o cotidiano e a importância destes trabalhadores e apresenta as diversas iniciativas do projeto Reciclagem Inclusiva e Solidária que auxilia associações de Catadores de Materiais Recicláveis na região metropolitana de Belo Horizonte. O projeto integra o Programa PUC Minas e Brumadinho - Unindo Forças. Esse episódio é o segundo da temporada 3 que tem como temática projetos e ações da PUC Minas relacionados aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. O episódio de hoje está relacionado ao objetivo 11, que busca tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis. Conheça mais sobre o projeto Reciclagem Inclusiva e Solidária e sobre o Programa PUC Minas e Brumadinho - Unindo Forças na Revista PUC Minas. --- Send in a voice message:
Empoderamento feminino, Psicologia e Publicidade
10-03-2022
Empoderamento feminino, Psicologia e Publicidade
Quem ouve o PUC Play desde o começo vai perceber uma novidade nessa temporada. Vamos continuar mostrando e debatendo o que acontece na nossa Universidade. Mas os episódios desta temporada serão costurados em torno de uma temática única. As Universidades têm um importante papel, através do Ensino, Pesquisa e Extensão, como impulsionadoras dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. Os ODSs compõem a Agenda 2030, aprovada pelas Nações Unidas em 2015 e têm como escopo repensar o desenvolvimento das nações considerando o equilíbrio entre as dimensões ambiental, econômica e social. São 17 objetivos que apresentam uma série de metas e indicadores para orientar a tomada de decisões dos países e a sua implementação. Nessa temporada, você vai conhecer as iniciativas, projetos e pesquisas da PUC Minas que contribuem para o desenvolvimento da sociedade ao formar profissionais competentes para atuação na direção da sustentabilidade. Vamos tratar também do desenvolvimento de pesquisas e projetos de Extensão que geram conhecimento e inovação. Neste primeiro episódio eu converso com Milena Drummond sobre o empoderamento feminino na perspectiva da Publicidade. O empoderamento de mulheres e meninas é o ODS 5, que objetiva a igualdade de gênero. A temática do empoderamento feminino tem assumido um lugar de destaque nos últimos anos. De acordo com dados do IBGE, as mulheres são responsáveis financeiramente por 34 milhões de domicílios brasileiros. Isto nos dá uma mostra de como a mulher tem saído do lugar de vulnerabilidade. As mulheres ocupam um espaço cada vez maior do mercado de trabalho e vêm alcançando maiores remunerações, apesar de a desigualdade salarial entre gêneros ainda persistir. E esta representatividade não poderia deixar de estar presente nas peças publicitárias. A adesão de discursos feministas pela publicidade foi nomeada de  “Femvertising”, que é a junção das palavras “Feminism” e “‘Advertising”. Considerando o papel da publicidade na construção de modos de subjetivação na contemporaneidade, a aluna de Psicologia Milena Drummond investigou, em seu Trabalho de Conclusão de Curso, se a forma como o empoderamento tem sido comunicado através de peças publicitárias contribui ou não para a luta pela emancipação das mulheres. --- Send in a voice message:
Economia de Francisco e Clara: a urgência de pensarmos um novo modelo de economia
04-11-2021
Economia de Francisco e Clara: a urgência de pensarmos um novo modelo de economia
Neste episódio, Michelle Stammet conversa com o professor Frederico Rick e com Marina Oliveira sobre a Economia de Francisco e Clara, sua importância para o futuro da humanidade e sobre a criação de um Grupo de Reflexão e Trabalho (GRT) sobre o tema na Universidade. Diante de uma realidade em que mais de 11% da população mundial vive na extrema pobreza, torna-se questionável a eficiência do sistema econômico vigente. Em maio de 2019, o Papa Francisco chamou os jovens de todo o mundo para participarem do processo de construção de uma nova economia, simbolicamente chamada de Economia de Francisco. Em contraposição ao capitalismo, a proposta busca repensar a economia existente e propor uma ordem mais justa, sustentável e igualitária. No Brasil, que teve o segundo maior número de participantes no evento que reuniu jovens de todo o mundo, a proposta foi batizada de Economia de Francisco e Clara.  Mais do que um episódio sobre o tema, a conversa é um convite para o engajamento de todos e todas para a construção de uma nova economia de inclusão, cuidado e que priorize a vida.  Quem se interessar pode participar do 2º Encontro Brasileiro para a Economia de Francisco e Clara que acontece nos dias 19 e 20 de novembro. O encontro será virtual. As inscrições podem ser feitas por este link. O professor Frederico Rick é coordenador do GRT, coordenador de políticas sociais do Vicariato Episcopal para Ação Social, Política e Ambiental da Arquidiocese de BH e integra o Núcleo de Estudos Sociopolíticos Nesp PUC Minas.  Marina Oliveira é coordenadora pela Arquidiocese de Belo Horizonte de Projetos para as comunidades atingidas pelo rompimento da barragem da Vale em Brumadinho e assessora do GRT. --- Send in a voice message:
Gordofobia
21-10-2021
Gordofobia
Apesar de ser um tema recente no Brasil, a discriminação de pessoas gordas tem gerado reivindicações e movimentos contra a gordofobia. Comportamentos ofensivos, ridicularizações e a falta de acessibilidade para corpos gordos são alguns dos tipos de violência enquadrados como gordofóbicos. Mesmo não sendo considerada como um crime, a prática pode ser enquadrada como injúria e gerar danos morais.  Na primeira parte do episódio, Michelle Stammet conversa com a professora do Curso de Psicologia do Campus Poços de Caldas Fernanda Resende e com a psicóloga Samantha Ferreira. Na segunda parte, o episódio conta com a participação da aluna do Curso de Ciências Sociais Victoria Marinho, que está desenvolvendo Trabalho de Conclusão de Curso sobre os movimentos de luta contra a gordofobia e pela aceitação dos corpos nas redes sociais, orientada pela professora Lúcia Lamounier, também entrevistada. A professora Fernanda Resende é graduada em Psicologia pela PUC Minas. Mestre em Educação: Conhecimento e Inclusão Social pela UFMG e doutora em Educação pela USP. É professora do Curso de Psicologia no Campus Poços de Caldas. Samantha Elisa de Oliveira Ferreira é psicóloga formada pela PUC Minas em Poços de Caldas, pós-graduanda em Psicanálise e pesquisadora do Corpo Gordo. É diretora geral do Coletivo Feminista de Poço Fundo. Victoria Marinho é graduanda em Ciências Sociais e integrante do coletivo Corpo Gordo BH. Atualmente, realiza Trabalho de Conclusão de Curso sobre Ativismos Digitais de Luta contra a Gordofobia em Belo Horizonte - MG. A professora Lúcia Lamounier é doutora em Ciências Sociais, mestre em Comunicação Social e pesquisadora do grupo do CNPQ Mídia e Memória. Atualmente, tem pesquisado temas sobre mulheres e crime e ativismo nas redes digitais. --- Send in a voice message:
Pais, filhos e os novos desafios mediados pelas Tecnologias da Informação
07-10-2021
Pais, filhos e os novos desafios mediados pelas Tecnologias da Informação
Pais, filhos e os novos desafios mediados pelas Tecnologias da Informação é o tema deste episódio com a participação da professora do Programa de Pós-graduação em Psicologia Márcia Stengel. Diante de pesquisa sobre as relações entre pais, filhos e os novos desafios que surgem com o crescimento do acesso de crianças e adolescentes à internet provocado pela pandemia da Covid-19, a professora Márcia avalia as mudanças no ambiente e na relação familiar. Ela evidencia que novos contornos foram dados à mediação parental para uso das ferramentas com a pandemia, aumentando ainda mais os desafios da mediação dos pais. A professora Márcia comenta também sobre as expectativas do retorno às atividades presenciais e os possíveis impactos na rotina familiar. Possui doutorado em Ciências Sociais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2004) e pós-doutorado em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (2013). É graduada em Psicologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (1992) e mestre em Psicologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (1996). É Professora da Graduação e do Programa de Pós-graduação de Psicologia da PUC Minas. Membro do Conselho de Ética em Pesquisa da PUC Minas. Autora e organizadora de diversos livros Juventude e Cultura Digital. Atuou como professora convidada na Universidad de La Sabana - Colômbia, lecionando na Facultad de Psicología em 2019. É líder do grupo do CNPq Família, juventude e cultura digital e pesquisadora do grupo Grupo de Pesquisa em estudos Geracionais da Universidade Estadual de Maringá. Bolsista Pesquisador Mineiro da Fapemig (2018-2020) e Pesquisador CNPq. Atua principalmente nos seguintes temas: adolescência, juventude, família, relações afetivas, virtualidade, redes sociais virtuais e gênero. --- Send in a voice message:
A Dinâmica Espacial da Desigualdade Social nas Metrópoles
09-09-2021
A Dinâmica Espacial da Desigualdade Social nas Metrópoles
Os fenômenos relacionados à segregação socioespacial nas metrópoles brasileiras é a temática da conversa deste episódio com a professora Luciana Andrade, do Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais da PUC Minas. Os dados apresentados pela professora são resultado de pesquisas desenvolvidas pelo núcleo de Belo Horizonte do Observatório das Metrópoles, que analisa aspectos sociais, políticos e de qualidade de vida relacionados a vários aspectos da segregação socioespacial, que é a forma de como as desigualdades sociais, de uma sociedade, se expressam no espaço. O grupo utilizou dados dos censos de 2000 e 2010 para avaliar como se deu esta movimentação social ao longo das últimas duas décadas. Entre os resultados da pesquisa, o grupo verificou a hipersegregação das elites e o surgimento dos condomínios nas periferias assim como a entrada de grupos médios em alguns territórios que eram antes exclusivos de população de mais baixa renda. A professora Luciana Andrade é graduada em Ciências Sociais pela UFMG, mestre em Ciência Política pela UFMG, doutora em Sociologia pelo IUPERJ e pós-doutora no Centre for Urban Studies da Universidade de Amsterdam. Atualmente, é professora do Departamento de Ciências Sociais e do Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais da PUC Minas. Tem experiência acadêmica na área de Sociologia, com ênfase em Teoria Sociológica e Sociologia Urbana. Possui pesquisas sobre os seguintes temas: segregação socioespacial, gentrificação, espaços públicos, representações urbanas e criminalidade urbana. Além disso, é pesquisadora do CNPq, da Fapemig, e membro da equipe de pesquisadores do Observatório das Metrópoles. --- Send in a voice message:
Psicologia: mudanças, construções e reconstruções durante a pandemia
12-08-2021
Psicologia: mudanças, construções e reconstruções durante a pandemia
O PUC Play PUC Minas retorna para a segunda temporada com um episódio muito especial. Os professores da Faculdade de Psicologia Betânia Diniz, Cláudia Barroso e Vilmar de Oliveira discutem as mudanças, construções e reconstruções de cada um de nós durante a pandemia. Temos dito repetidamente que nos reinventamos durante o quase um ano e meio de pandemia através da mudança de rotinas, do isolamento forçado, da maior convivência com a família. Mas como ficou o nosso EU, o interior de cada um de nós? Foi possível estar mais com nós mesmos ou fomos engolidos pela velocidade de interatividade proporcionada pela tecnologia? E como nos conhecermos e nos organizarmos internamente, termos um planejamento das nossas vidas pode nos ajudar no nosso sucesso profissional e pessoal? É sobre isso que conversamos no episódio de hoje. A professora Betânia Diniz é graduada em Ciências Sociais pela UFMG e em Psicologia pela PUC Minas, mestre em Psicologia Social pela UFMG e doutora em Psicologia Social pela PUC-SP. Atualmente, é diretora da Faculdade de Psicologia da PUC Minas e editora da Revista Pretextos. Atua como parecerista na Revista Pesquisas e Práticas Psicossociais, Revista de Saúde Pública (Online), Revista trabalho-educação e saúde, Revista Psicologia Política, Revista Psicologia e Sociedade. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Processos Grupais e Intervenção Psicossocial. A professora Cláudia Barroso é graduada em Psicologia pela PUC Minas, mestre em Engenharia de Produção pela UFSC e doutora em Educação pela UFMG. Tem experiência na área de Psicologia Organizacional e do Trabalho, com ênfase em processos de mudanças e desenvolvimento humano. Sua atuação é voltada principalmente para a orientação profissional, gestão de pessoas, cultura e mudança organizacional e desenvolvimento de carreira. Atualmente é coordenadora e chefe de departamento do Curso de Psicologia da PUC Minas. O professor Vilmar de Oliveira é bacharel, mestre e doutor em Psicologia pela PUC Minas, possui interesse nas áreas de Psicologia Social, Psicologia, Educação e Trabalho, Narrativas e Histórias de Vida, entre outros. Atualmente é professor na PUC Minas, assessor pedagógico da Formação de Professores de Psicologia e editor da Pretextos - Revista da Graduação em Psicologia da PUC Minas. --- Send in a voice message:
Vagas no mercado de trabalho de TI: o céu é o limite?
29-04-2021
Vagas no mercado de trabalho de TI: o céu é o limite?
Quem acompanha o mercado de Tecnologia da Informação sabe que o crescimento exponencial da demanda por profissionais no mercado de trabalho no Brasil e no mundo não é um fenômeno novo. Esse movimento tem acontecido ao longo das últimas décadas de forma contínua e acelerada em todo o mundo. Porém, no primeiro semestre de 2021, o crescimento na demanda de profissionais na área de Tecnologia da Informação surpreendeu até mesmo os especialistas da área. Só as empresas mineiras Localiza, Inter e MRV oferecem, juntas, 100 mil bolsas gratuitas para a formação de desenvolvedores. Dados da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação indicam que o setor de tecnologia demandará 420 mil profissionais em diversas áreas até 2024. Participam do episódio os professores Lúcio Mauro e Rommel Carneiro. O professor Lúcio Mauro é mestre em Ciência da Computação pela UFMG e especialista em Informática pela UFMG e em Informática na Educação pela PUC Minas. É diretor do Instituto de Ciências Exatas e Informática da PUC Minas (Icei) e professor dos cursos de Ciência da Computação e Engenharia de Software. Nos últimos anos, atuou como Chefe do Departamento de Ciência da Computação e de Engenharia de Software e SI, coordenador e professor da Pós-graduação em Desenvolvimento de Sistemas Web e em Sistemas de Informação. Possui interesse nas questões de estímulo à pesquisa, inovação e internacionalização. O professor Rommel Carneiro é graduado em Ciência da Computação pela UFV, mestre em Informática pela PUC Minas e pós-graduado em Gerência de Projetos pelo Ietec (MG). É coordenador do Curso de Graduação em Ciência da Computação da PUC Minas e professor de graduação nos cursos de Ciência da Computação, Engenharia de Software e Sistemas de Informação da PUC Minas. Possui experiência na concepção e desenvolvimento de soluções estratégicas, atuando como gerente de projetos, consultor e arquiteto nas áreas de Gestão de Informação e Desenvolvimento de Software. É assessor do Icei na área de relações com o mercado. --- Send in a voice message: